“Livros parados não contam histórias” — é essa a ideia por trás do Livros Carentes, projeto do psicólogo Ronilço Guerreiro. Um pano no chão, diversos livros empilhados, e as pessoas que passam podem parar, escolher e levar. Você já adotou um livro, hoje?
Ronilço leva as histórias para a Rua Barão do Rio Branco, no centro de Campo Grande, e para os terminais de ônibus da Capital, onde já existe uma biblioteca de livre acesso em cada terminal. “Eu ganho muitos livros, e as pessoas me doavam muito livro e os livros ficavam parados. Livros parados não contam histórias. A intenção é que as pessoas peguem o livro, levem o livro e depois devolvam o livro. Ou trazem pra cá, ou dão para uma pessoa”, comenta.